Para aqueles me que chateiam pela atenção que não os devoto quando estou lendo, segue o trecho abaixo (pena que não sei quem escreveu)... mas é tudo o que sinto quando estou com um bom livro...
"E eu leio em busca de me libertar desse mundo, quando eu leio é como se eu viajasse pra outro lugar, um lugar só meu que só existe dentro da minha cabeça. E quando eu me dou conta eu to vivendo aquela historia, eu sou a personagem principal, eu que faço as coisas acontecerecem, porque afinal aquele é meu mundo, minha historia só minha. E durante alguns minutos eu esqueço da minha verdadeira vida, de quem eu sou realmente e passo a ser guiada por minha imaginação, e eu sou capaz de passar horas assim, com um livro na mão e um sorriso no rosto."
"E eu leio em busca de me libertar desse mundo, quando eu leio é como se eu viajasse pra outro lugar, um lugar só meu que só existe dentro da minha cabeça. E quando eu me dou conta eu to vivendo aquela historia, eu sou a personagem principal, eu que faço as coisas acontecerecem, porque afinal aquele é meu mundo, minha historia só minha. E durante alguns minutos eu esqueço da minha verdadeira vida, de quem eu sou realmente e passo a ser guiada por minha imaginação, e eu sou capaz de passar horas assim, com um livro na mão e um sorriso no rosto."
Que bom poder estar contigo de novo

"Que bom poder estar contigo de novo
Roçando teu corpo e beijando você
Pra mim tu és a estrela mais linda
Teus olhos me prendem, fascinam
A paz que eu gosto de ter…”
__ Geraldo Azevedo
Diga Não aos VAMPIROS(as)
Diga Não aos VAMPIROS(as)
Eu não acredito em gnomos ou duendes, mas VAMPIROS existem. Fique ligado, eles podem estar numa sala de bate-papo virtual, no balcão de um bar, no estacionamento de um shopping. Vampiros e vampiras aproximam-se com uma conversa fiada, pedem seu telefone, ligam no outro dia, convidam para um cinema.
Quando você menos espera, está entregando a eles seu rico pescocinho e mais. Este “mais” você vai acabar descobrindo o que é com o tempo...
Vampiros tratam você muito bem, têm muita cultura, presença de espírito e conhecimento da vida. Você fica certo que conheceu uma pessoa especial. Custa a se dar conta de que eles são vampiros, parecem gente. Até que começam a sugar você. Sugam todinho o seu amor, sugam sua confiança, sugam sua tolerância, sugam sua fé, sugam seu tempo, sugam suas ilusões. Vampiros deixam você murchinha, chupam até a última gota.
Um belo dia você descobre que nunca recebeu nada em troca, que amou pelos dois, que foi sempre um ombro amigo, que sempre esteve à disposição, e sofreu tão solitariamente que hoje se encontra aí, mais carniça do que carne.
__ Martha Medeiros.
Eu não acredito em gnomos ou duendes, mas VAMPIROS existem. Fique ligado, eles podem estar numa sala de bate-papo virtual, no balcão de um bar, no estacionamento de um shopping. Vampiros e vampiras aproximam-se com uma conversa fiada, pedem seu telefone, ligam no outro dia, convidam para um cinema.
Quando você menos espera, está entregando a eles seu rico pescocinho e mais. Este “mais” você vai acabar descobrindo o que é com o tempo...
Vampiros tratam você muito bem, têm muita cultura, presença de espírito e conhecimento da vida. Você fica certo que conheceu uma pessoa especial. Custa a se dar conta de que eles são vampiros, parecem gente. Até que começam a sugar você. Sugam todinho o seu amor, sugam sua confiança, sugam sua tolerância, sugam sua fé, sugam seu tempo, sugam suas ilusões. Vampiros deixam você murchinha, chupam até a última gota.
Um belo dia você descobre que nunca recebeu nada em troca, que amou pelos dois, que foi sempre um ombro amigo, que sempre esteve à disposição, e sofreu tão solitariamente que hoje se encontra aí, mais carniça do que carne.
__ Martha Medeiros.
Renúncia
Renunciar a algo que amamos muito e que desejamos com toda a força do coração é uma das decisões mais cruéis de se tomar que conheço. Porque a perda equivale a uma morte dupla: morrer para alguém e matar a pessoa na gente. É como se sobrasse por dentro apenas um casarão vazio com um jardim morto. E, de repente, tudo tão subitamente anoitecido sem previsões de dia novo. É um caminhar lento e arrastado numa espera sombria de que as horas passem e o tempo leve essa febre alta sem medicação possível. É preciso que haja tanta paciência e firmeza por dentro pra não entrar em desespero, que a sensação que se tem é de estar meio fora do ar, com tanto esforço. E até chorar fica difícil, teme-se que nunca mais o choro cesse.
Há muitas perdas quando se termina algo que não se queria ter terminado: muda-se a autoimagem, alegrias ficam suspensas, sonhos desaparecem por um tempo e nenhuma cor na paisagem. O cotidiano fica obscurecido por aquela lacuna aberta no meio do que era a parte mais interessante dos dias.
Com o tempo, você analisa que abrir mão de algo muito importante, só se faz quando se tem um motivo maior que esse algo: seja um propósito, uma crença, um valor íntimo, uma obstinação qualquer que te oriente para essa escolha que já se sabia tão dolorosa. É um sacrifico voluntário por algo mais pleno, mais grandioso em Beleza. E, nestas análises, você descobre outras perdas que são positivas: perde-se também a ansiedade, a insegurança e a ilusão. E você aprende a recomeçar agradecendo por vitórias tão pequenininhas...

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